Welcome to the Machine
Welcome my son, welcome to the machine.
Where have you been?
It's alright we know where you've been.
You've been in the pipeline, filling in time,
Provided with toys and 'Scouting for Boys'.
You bought a guitar to punish your ma,
And you didn't like school, and you
know you're nobody's fool,
So welcome to the machine.
Welcome my son, welcome to the machine.
What did you dream?
It's alright we told you what to dream.
You dreamed of a big star,
He played a mean guitar,
He always ate in the Steak Bar.
He loved to drive in his Jaguar.
So welcome to the Machine.
A New Machine
Part I
I have always been here
I have always looked out from behind these eyes
it feels like more than a lifetime
feels like more than a lifetime
Sometimes I get tired of the waiting
sometimes I get tired of being in here
is this the way it has always been?
could it ever have been different?
Do you ever get tired of the waiting?
do you ever get tired of being in there?
don't worry, nobody lives forever,
nobody lives forever
Part II
I will always be in here
I will always look out from behind these eyes
It's only a lifetime
It's only a lifetime
It's only a lifetime
Roger Waters
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Brain Damage
The lunatic is on the grass
The lunatic is on the grass
Remembering games and daisy chains and laughs
Got to keep the loonies on the path
The lunatic is in the hall
The lunatics are in my hall
The paper holds their folded faces to the floor
And every day the paper boy brings more
And if the dam breaks open many years too soon
And if there is no room upon the hill
And if your head explodes with dark forbodings too
Ill see you on the dark side of the moon
The lunatic is in my head
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me till Im sane
You lock the door
And throw away the key
Theres someone in my head but its not me.
And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear
And if the band youre in starts playing different tunes
Ill see you on the dark side of the moon
Roger Waters
The lunatic is on the grass
Remembering games and daisy chains and laughs
Got to keep the loonies on the path
The lunatic is in the hall
The lunatics are in my hall
The paper holds their folded faces to the floor
And every day the paper boy brings more
And if the dam breaks open many years too soon
And if there is no room upon the hill
And if your head explodes with dark forbodings too
Ill see you on the dark side of the moon
The lunatic is in my head
The lunatic is in my head
You raise the blade, you make the change
You re-arrange me till Im sane
You lock the door
And throw away the key
Theres someone in my head but its not me.
And if the cloud bursts, thunder in your ear
You shout and no one seems to hear
And if the band youre in starts playing different tunes
Ill see you on the dark side of the moon
Roger Waters
sexta-feira, 26 de junho de 2009
As 15 pessoas mais bizarras do mundo
Por: Neo-Nerd e Prima do Neo-Nerd:
Internacional
10º - Chris Crocker
9º - Amy Winehouse
8º - George Michael
7º - Mike Tyson
6º - Yoko Ono
5º - Iggy Pop
4º - Bjork
3º - Alan Moore
2º - Michael Jackson
1º - He-Man
Mas como o país aonde habitam os brasileiros está repleto de pessoas bizarras, merece uma lista só pra si:
Nacional
5º - Mulher-Melancia
4º - Gretchen
3º - Gugu
2º - Tiririca
1º - Inri Cristo
Internacional
10º - Chris Crocker
9º - Amy Winehouse
8º - George Michael
7º - Mike Tyson
6º - Yoko Ono
5º - Iggy Pop
4º - Bjork
3º - Alan Moore
2º - Michael Jackson
1º - He-Man
Mas como o país aonde habitam os brasileiros está repleto de pessoas bizarras, merece uma lista só pra si:
Nacional
5º - Mulher-Melancia
4º - Gretchen
3º - Gugu
2º - Tiririca
1º - Inri Cristo
quinta-feira, 25 de junho de 2009
GRÁVIDO, PARTE 1
Talvez não tenha sido assim. Mas foi assim que ficou registrado e foi encontrado, milênios depois.
A saga que virá a seguir é uma tradução livre de caracteres escritos em uma língua primitiva nas paredes de uma caverna e transcritas pelas hábeis mãos escrivãs dos ---------:
“Conta-se que houve um clarão e que após isso uma curva ocorreu. De tal forma que dessa maneira, um ser primata surgiu neste mundo, que deveria ser bem mais hostil do que hoje é.
Ele acordou em uma total escuridão. Mas de alguma maneira podia ver. De alguma maneira podia, no instante em que sua realidade fundiu-se com essa, sentir. Sentir Aquilo.
Nem mesmo o tamanho desta realidade pôde impedi-lo de entrar em uma espécie de contato extracorpóreo com Aquilo.
Sua origem especial, os fatos pelo que passara antes do clarão, antes da curva, antes de Aquilo beneficiaram-no, pois dizem que ele encontrara o próprio Poder Criador, que costumava ser denominado Unjükia, embora alguns ainda o chamem assim.
Ele fora dotado de poderes nunca antes revelados nesta realidade, pois ele soube o que todas as cegas criaturas que cá habitam se recusam a saber.
Se o provável leitor desses escritos sentir-se disposto a pesquisar, estou certo de que achará relatos da origem deste, que foi o segundo que viveu em terras mortais, pois após o Ferfëaxyo as barreiras interdimensionais foram rompidas e o trânsito entre as diversas realidades tornou-se muito facilitada.
No momento em que ele foi parido para essa realidade, Aquilo abriu os olhos.
A saga que virá a seguir é uma tradução livre de caracteres escritos em uma língua primitiva nas paredes de uma caverna e transcritas pelas hábeis mãos escrivãs dos ---------:
“Conta-se que houve um clarão e que após isso uma curva ocorreu. De tal forma que dessa maneira, um ser primata surgiu neste mundo, que deveria ser bem mais hostil do que hoje é.
Ele acordou em uma total escuridão. Mas de alguma maneira podia ver. De alguma maneira podia, no instante em que sua realidade fundiu-se com essa, sentir. Sentir Aquilo.
Nem mesmo o tamanho desta realidade pôde impedi-lo de entrar em uma espécie de contato extracorpóreo com Aquilo.
Sua origem especial, os fatos pelo que passara antes do clarão, antes da curva, antes de Aquilo beneficiaram-no, pois dizem que ele encontrara o próprio Poder Criador, que costumava ser denominado Unjükia, embora alguns ainda o chamem assim.
Ele fora dotado de poderes nunca antes revelados nesta realidade, pois ele soube o que todas as cegas criaturas que cá habitam se recusam a saber.
Se o provável leitor desses escritos sentir-se disposto a pesquisar, estou certo de que achará relatos da origem deste, que foi o segundo que viveu em terras mortais, pois após o Ferfëaxyo as barreiras interdimensionais foram rompidas e o trânsito entre as diversas realidades tornou-se muito facilitada.
No momento em que ele foi parido para essa realidade, Aquilo abriu os olhos.
terça-feira, 16 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Comunicado
Comunico que eu, o Neo-Nerd, Senhor de Províncias Distantes estou enfrentando um resistente bloqueio criativo. Mas aguardem pois, em breve, algo espetacular estará despontando nesse blog.
Despeço-me com um adeus.
Adeus.
Despeço-me com um adeus.
Adeus.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás
Um dia, numa rua da cidade, eu vi um velhinho sentado na calçada
Com uma cuia de esmola e uma viola na mão
O povo parou pra ouvir, ele agradeceu as moedas
E cantou essa música, que contava uma história
Que era mais ou menos assim:
Eu nasci há dez mil anos atrás
e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi cristo ser crucificado
O amor nascer e ser assassinado
Eu vi as bruxas pegando fogo pra pagarem seus pecados,
Eu vi,
Eu vi Moisés cruzar o mar vermelho
Vi Maomé cair na terra de joelhos
Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi as velas se acenderem para o Papa
Vi Babilônia ser riscada do mapa
Vi conde Drácula sugando o sangue novo
e se escondendo atrás da capa
Eu vi,
Eu vi a arca de Noé cruzar os mares
Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares
Eu vi Zumbi fugir com os negros pra floresta
pro quilombo dos palmares
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi o sangue que corria da montanha
quando Hitler chamou toda a Alemanha
Vi o soldado que sonhava com a amada numa cama de campanha
Eu li,
Eu li os simbolos sagrados de Umbanda
Eu fui criança pra poder dançar ciranda
E, quando todos praguejavam contra o frio,
eu fiz a cama na varanda
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
não, não porque
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
Não, não
Eu tava junto com os macacos na caverna
Eu bebi vinho com as mulheres na taberna
E quando a pedra despencou da ribanceira
Eu também quebrei e perna
Eu também,
Eu fui testemunha do amor de Rapunzel
Eu vi a estrela de Davi brilhar no céu
E praquele que provar que eu tou mentindo
eu tiro o meu chapéu
(eu nasci)
Eu nasci
(há dez mil anos atrás)
Eu nasci há dez mil anos atrás
(e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais)
Com uma cuia de esmola e uma viola na mão
O povo parou pra ouvir, ele agradeceu as moedas
E cantou essa música, que contava uma história
Que era mais ou menos assim:
Eu nasci há dez mil anos atrás
e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi cristo ser crucificado
O amor nascer e ser assassinado
Eu vi as bruxas pegando fogo pra pagarem seus pecados,
Eu vi,
Eu vi Moisés cruzar o mar vermelho
Vi Maomé cair na terra de joelhos
Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi as velas se acenderem para o Papa
Vi Babilônia ser riscada do mapa
Vi conde Drácula sugando o sangue novo
e se escondendo atrás da capa
Eu vi,
Eu vi a arca de Noé cruzar os mares
Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares
Eu vi Zumbi fugir com os negros pra floresta
pro quilombo dos palmares
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi o sangue que corria da montanha
quando Hitler chamou toda a Alemanha
Vi o soldado que sonhava com a amada numa cama de campanha
Eu li,
Eu li os simbolos sagrados de Umbanda
Eu fui criança pra poder dançar ciranda
E, quando todos praguejavam contra o frio,
eu fiz a cama na varanda
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
não, não porque
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
Não, não
Eu tava junto com os macacos na caverna
Eu bebi vinho com as mulheres na taberna
E quando a pedra despencou da ribanceira
Eu também quebrei e perna
Eu também,
Eu fui testemunha do amor de Rapunzel
Eu vi a estrela de Davi brilhar no céu
E praquele que provar que eu tou mentindo
eu tiro o meu chapéu
(eu nasci)
Eu nasci
(há dez mil anos atrás)
Eu nasci há dez mil anos atrás
(e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais)
Raul Seixas
Obs: O Neo-Nerd nasceu há muito mais tempo.
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